Polícia desarticula quadrilha suspeita de furto de gado na Paraíba | Andrade Notícias
Polícia desarticula quadrilha suspeita de furto de gado na Paraíba
Publicado em quinta-feira, julho 25, 2013 ·  

Doze pessoas tiveram prisão preventiva decretada na zona da Mata.
Grupo furtava animais, abatia e vendia a carne em frigorífico.

Foto: Ilustrativa Reprodução: Internet

Foto: Ilustrativa
Reprodução: Internet

Uma operação da Polícia Civil foi realizada na manhã desta quarta-feira (24), com objetivo de desarticular uma quadrilha responsável por furtar gado na região do Agreste e Mata paraibana. Doze pessoas tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça e até as 9h20, duas tinham sido presas na zona rural de Pilar.

Segundo o delegado Hugo Helder, a polícia continuava em diligência para tentar capturar o restante do grupo. Conforme a investigação iniciada há dois anos, a quadrilha furtava animais, transportava vivos para abater clandestinamente e depois vendia a carne em supermercado e frigorífico pertencente a um dos integrantes do grupo, localizado em Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa, ou em barracas localizadas à margem da BR-230.

Eles são suspeitos de formação de quadrilha por furto de gado municípios de Pilar, São José dos Ramos, São Miguel de Taipu e Cruz do Espírito Santo. A quadrilha tem ainda mais um integrante, já preso desde o mês passado.

Segundo as investigações, eles utilizavam como meio de transporte cavalos e motos para que se deslocassem ao local pretendido para os furtos e depois os animais eram trazidos para o abate em caminhões do tipo “boiadeira”. De acordo com o Ministério Público, o abate dos animais era realizado em dias diferentes e de forma separada, sempre durante a madrugada, na zona rural de São José dos Ramos e Cruz do Espírito Santo.

De acordo com o delegado regional Hugo Helder, as investigações começaram em outubro do ano de 2011. O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), também participou das investigações.

“Louvável o trabalho executado pela polícia, uma vez que tudo foi procedido obedecendo rigorosamente o que preconiza a legislação processual penal vigente, pois não houve qualquer tipo de violência para a elucidação do crime”, disse o promotor de Pilar, Aldenor de Medeiros.

Do G1 PB

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